Projeto que institui no calendário oficial Festa do Padroeiro São Sebastião é aprovado

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Durante a sessão de Câmara de São Sebastião, dia 02/03, foi aprovado projeto de lei 174/09, de autoria do vereador Paulo Henrique (PDT), o PH, que institui no calendário oficial de eventos do município a Festa do Padroeiro São Sebastião, que passará a ser comemorada anualmente, no mês de janeiro, tendo o dia 20, como a data principal de sua programação.

A Festa do Padroeiro São Sebastião é organizada pela população e a Prefeitura, contribuindo para o comércio e lazer da população sebastianense, sendo considerada uma grande manifestação religiosa, cultural e folclórica, possuindo caráter religioso de influência cristã.

É uma festa secular, com forte característica de fé popular e seus participantes são, em sua maioria, de comunidades e cidades de várias regiões do Estado.

Padroeiro da cidade, São Sebastião (França, 256 —286 ) é originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um mártir e santo cristão morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).

De acordo com Actos apócrifois, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 (depois da Era Comum) com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal – a Guarda Pretoriana. Por volta de  286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como  traidor. tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram  símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Snta Irene), foi depois levado novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que lhe fosse espancado até a morte. Mesmo assim, ele não teria morrido. Acabou sendo morto transpassado por uma lança.

O projeto foi encaminhado para ser sancionado.